• É um programa de ensino, dividido em nove séries, que funciona como uma ferramenta guia para o professor, a fim de acrescentar conhecimento metodológico, viabilizando a orientação para que os estudantes de ballet clássico, a partir dos 09 anos de idade, se profissionalizem. Derivada dos ensinamentos de Agrippina Vaganova, criadora do livro “Os Princípios Básicos do Ballet Clássico”, baseado no trabalho de vários professores da Escola Coreográfica de Leningrado. A técnica enfatiza uma pedagogia que busca o aprendizado de forma gradual.

  • Introdução

     

    Os programas de ensino funcionam como uma ferramenta guia para o professor, viabilizando a orientação para que os estudantes se profissionalizem. A organização e progressividade do conteúdo programático dos diversos níveis de ensino são contempladas nas diversas escolas, revelando a decomposição do movimento ou exercício adotado pelo vocabulário do ballet clássico, registrando para o estudante a lógica de sua construção. É nas aulas que o professor estabelece a base de princípios de ballet através da assimilação de um grande número de passos.

     

    A técnica de dança acadêmica trabalha com a progressão vertical e horizontal para desenvolver sua técnica. Para o resto da vida o corpo se submeterá a seqüências lógicas e anatômicas de exercícios. O corpo é preparado para executar a técnica do ballet através dos exercícios realizados com apoio da barra. Esses exercícios serão levados para o centro onde, gradativamente, o elemento principal, a própria dança, é introduzido. A dança se realiza na sua plenitude ao final da aula. 

     

    A lógica da construção do ballet pode ser bem exemplificada também pelo paralelismo em que se baseiam seus exercícios, pela adoção do en dehors como fator fundamental de elegância e estabilidade e sobre as cinco posições dos pés, elementos primários, dos quais partem e para os quais retornam todos os exercícios e movimentos. A par disso, a técnica do ballet contempla todo o corpo, da cabeça aos membros inferiores e superiores, incluindo os dedos das mãos. Os exercícios do ballet trabalham a busca da verticalidade, o alongamento, a extensão, a flexão, a impulsão, o controle, a coordenação, etc., tendo o sentido estético e artístico como objetivo final.

     

    Dentro das diferentes escolas existentes (francesa, italiana, russa, americana, dinamarquesa, inglesa ou cubana), o aluno para dominar a dança clássica, deve aprender e compreender sua natureza e os seus meios de expressão. O intuito é apresentar os passos como elementos didáticos para escolas de ballet e professores. É designado para a sistematização do ensino de formação do ballet clássico.  Os movimentos de dança são numerosos e variados. O ensino do bailarino deve ser com base no domínio de cada novo elemento antes de avançar para o próximo, com paradas ou pausas durante todo o processo de aprendizagem e não se baseando em exibição pirotécnica. É evidentemente a influência do professor, e no início, os alunos inevitavelmente imitam a maneira de executar do professor. Mas à medida que conhecem seu corpo e ganham confiança e uma certa independência no movimento, o professor deve incentivar cada aluno para trazer seus próprios sentimentos, sua própria abordagem, para cada combinação da aula, a fim de desenvolver sua própria forma de movimento, mas sem quebrar as regras do estilo acadêmico. Seria desejável encontrar um professor que mesmo com sua forma contemporânea e individual de movimento, não esqueça a tradição da bela maestria, inspirado pelas gerações de bailarinos que já deixaram o palco, para que a nova geração nunca aceite interpretações formais, encenação insuficiente ou musicalidade ou técnica descuidada ou imprecisa.

     

    Durante as aulas deve haver vida e criatividade, educando o bailarino e o fazendo compreender que a técnica é o meio em que ele pode expressar seus pensamentos e sentimentos. Uma técnica morta e mecânica não pode servir uma arte que glorifica a criação. A forma do bailarino é o movimento, é o seu próprio meio de expressar sua individualidade. Durante a aula, cada passo e elemento deve ser feito inteligentemente, artisticamente, musicalmente e com compreensão e sensibilidade para os aspectos técnicos e desempenho da combinação. É necessário observar com atenção para que os alunos mostrem sinceridade e liberdade de afetação, para um movimento não encenado, sendo natural e não forçado. Esta abordagem de ensino permitirá que o aluno encontre sua individualidade, que é importante para o futuro bailarino. O modo de movimento do bailarino é determinado pelo seu nível de cultura como artista e como pessoa e não pode ser ensinado sem formação precisa.

  • Metodologia de Estudo

    Agrippina Vaganova

    Agrippina Vaganova

     

     

    Agrippina Vaganova (1879-1951) foi uma bailarina e pedagoga russa que entrou para a história mundial da dança ao desenvolver um método de ensino que ficou conhecido como o método Vaganova. Após graduar-se na Escola Imperial de Ballet de São Petesburgo em 1897, Vaganova começou a dançar na companhia profissional da escola. Ela se aposentou como bailarina em 1916 para se dedicar a uma carreira de ensino da dança e em 1921 retornou à mesma escola como professora, que havia sido renomeada como Escola Coreográfica de Leningrado. Apesar de ter uma carreira respeitável como dançarina, sua liderança no ensino da dança clássica foi o que lhe deu um dos mais respeitados lugares na história do balé. Seu próprio esforço em decifrar a técnica do balé foi o que lhe permitiu formar alunos que viriam a se tornar lendas vivas da dança clássica. O método Vaganova surgiu em meio às questões advindas da revolução russa no início do século XX e resultou numa mudança de como o ballet era visto na Rússia. O método Vaganova trouxe a fluidez e expressividade dos braços e torsos do método francês e os giros e saltos virtuosos do método italiano, assim como seu estudo bem planejado, sem, no entanto, ter um conjunto de exercícios rigorosamente predeterminado como no método Cecchetti, ao invés disso, no método Vaganova cada professor desenvolve sua própria aula.

     

    Agripina nasceu em São Petersburgo, em 26 de junho de 1879. Filha de um funcionário do Teatro Maryinsky, toda sua vida foi conectada com o Balé Imperial (mais tarde chamado de Balé Kirov) do Teatro Mariinsky em São Petersburgo. Ela foi aceita na Escola de Ballet Imperial em 1888, a grande instituição de dança clássica fundada por czares. Graduou-se na Classe da Perfeição da antiga primeira bailarina Eugeniia Sokolova. Foi também treinada por Ekaterina Vazem, Christian Johansson, Lev Ivanov, Nikolai Legat e Pavel Gerdt. O balé não foi fácil para Vaganova nos seus primeiros anos como aluna, mas lentamente, através de sua própria força de vontade, ela conseguiu acompanhar a ilustre companhia de Ballet Imperial após sua formatura. A essa altura ela alcançava o posto de solista, enquanto os baletômanos de São Petersburgo a apelidavam de Rainha das Variações pelo seu nível de técnica e seu virtuosismo ilimitado, com seus saltos e baterias. A variação que dançou no ballet La Bayadere é conhecido como Variação de Vaganova. Apesar de possuir técnica perfeita, Vaganova não era uma mulher considerada bonita e não tinha belas linhas ao dançar, tendo, inclusive, uma cabeça grande e, por isso, foi colocada à sombra de bailarinas como Anna Pavlova e Tamara Karsavina, que faziam sucesso na época e tinham grande carisma, além de contar com contatos nos altos escalões. O velho maestro Petipa pouco se importava com Vaganova como dançarina – quaisquer menções a suas performances no diário do maestro eram geralmente seguidas de comentários como “terrível” e “pavorosa”. Ainda assim, em 1915 o mestre de ballet Nikolai Legat elencou-a como Deusa Niriti em sua releitura da grande peça de Petipa “O Talismã”. O desempenho de Vaganova foi um sucesso, e ela foi promovida a primeira-bailarina. Apesar disso, decidiu aposentar-se no ano seguinte para dar início ao trabalho que lhe tomaria a vida toda: o aperfeiçoamento pedagógico da técnica clássica.

     

    Como professora, suas primeiras experiências foram na Escola de Ballet Russo, mas em 1920 foi convidada para ensinar na Escola do Ballet Imperial e por sua grande habilidade logo ganhou o respeito de seus colegas, chegando a assumir o posto de diretora artística do Mayrinsky. Durante essa época supervisionou várias remontagens dos balés de Petipa, adaptando-os ao gosto do público da época ao mesmo tempo em que buscou estimular o desenvolvimento de um novo repertório, equilibrando o clássico e o moderno. Como coreógrafa foi reconhecida por sua grande visão e capacidade analítica, não só percebendo falhas e mostras de mau gosto como sugerindo soluções. Como professora era conhecida por ser gentil e encorajadora, mas ao mesmo tempo exigir precisão, trabalho duro e concentração. Durante 30 anos ela lecionou, desenvolvendo uma técnica para balé que combinava elementos das técnicas francesa, russa e italiana, e um método de treinamento para ensiná-la. Princípios do método de treinamento incluíram o desenvolvimento de menor força nas costas e de plasticidade dos braços, e de força, flexibilidade e resistência necessárias para ballet, incorporando uma instrução detalhada que especificava quando ensinar cada tópico e por quanto tempo. Em 1948, Vaganova assinou um livro chamado “The Foundation of Dance” (A Fundação da Dança), mais comumente conhecido como “Basic Principlies of the Russian Classical Dance” (Princípios Básicos da Dança Clássica Russa), que delineou sua técnica e balé e seu método de treinamento.

     

    Vaganova teve influência de professores franceses com quem estudou que prezavam a elegância e suavidade dos movimentos, assim como da técnica italiana, que influenciava o ballet soviético na época e prezava o virtuosismo, a resistência e a força dos pés, mas não tinha graciosidade. Com sua ofuscação por outras bailarinas contemporâneas (Petipa achava-a horrível), Vaganova tornou-se muito crítica consigo mesma e com o método de ensino do ballet e se pôs a tentar melhorar as técnicas existentes. Da francesa aproveitou a graciosidade dos movimentos e da italiana utilizou a força, a resistência e as aulas bem planejadas, tudo isso aliada ao espírito e poesia das danças russa, criando, assim, um estilo único que viria a ser conhecido como Método Vaganova. A codificação desse método foi publicada em 1934 sob o título de “Princípios básicos do ballet clássico”. Uma das características fundamentais da técnica desenvolvida por Vaganova é o domínio total do movimento, utilizando com clareza os port de bras e o controle do corpo para execução precisa dos movimentos. O método prima pela utilização correta e domínio da técnica desenvolvida especificamente para os braços e aplomb, onde o aluno domina o movimento do tronco de forma a realizar com mais clareza os movimentos de execução dos membros inferiores, assim como o equilíbrio das formas e piruetas. Vaganova enfatiza uma pedagogia que busca o aprendizado de forma gradual, onde cada grau tem seus exercícios característicos, e de maneira a preservar o aluno de injúrias, enfatizando, para isso, a consciência corporal do estudante a cada movimento. Seu trabalho é focado principalmente no desenvolvimento das características necessárias para que os bailarinos possam executar o Pas de Deux e ênfase especial é dada a dançar com o corpo inteiro ao invés de simplesmente se executar movimentos mecanicamente. Entre as características mais trabalhadas estão o desenvolvimento da força da parte inferior das costas, plasticidade dos braços e o desenvolvimento da força e da flexibilidade necessários ao estudo do ballet. Os braços neste método passam de uma posição a outra de forma mais perceptível do que no método Cecchetti e as mãos mudam de direção no último momento do movimento. Os primeiros estágios focam no epaulement e na estabilidade e força das costas, visando a que o movimento seja fluido e harmonioso. Ao mesmo tempo em que se trabalha a técnica, a arte também é adquirida individualmente, proporcionando uma forte e melodiosa expressividade. O resultado são bailarinos que arrebatam o público ao mesmo tempo com sua graça e sua bravura.

     

    Sobre o método Vaganova em si, disse Vera Kostrovitskaia em seu livro A Dança Clássica, de 1987:

     

    "Os diferentes movimentos de transição, conexão e auxiliares são de grande importância no método de Vaganova. Movimentos de giro nos exercícios de barra e de centro, assim como adágio, diferentes formas de pas-de-bourrée e pequenos desenhos de dança são absolutamente necessários para o domínio da técnica. Se essas 'insignificâncias' forem desenvolvidas superficialmente, torna-se impossível o controle da forma própria e da coordenação dos movimentos da dança. Sem eles não existe nem perfeição técnica, nem expressividade artística. A linguagem da dança se manifesta através de todos os movimentos do corpo, dos braços e da cabeça. Esta é a razão pela qual não só as pernas devem ser exercitadas e obedecer ao bailarino, mas também suas costas, braços e cabeça. O corpo inteiro deve responder a qualquer emoção ou tarefa complicada exigida pelo coreógrafo..."

     

    Sua primeira pupila de sucesso, Marina Semyonova, teve estréia (em 1925) vista como um marco na história do ballet soviético, “um ressurgimento da dança clássica em toda sua glória e beleza”. Alexei Yermolaev, Galina Ulanova, Vakhtang Chabukiani, Natalya Dudinskaya, Konstantin Sergeyev e Irina Kolpakova foram os pupilos mais ilustres de Vaganova e se tornaram o orgulho da dança soviética. Após a morte de Vaganova, em 1951, seu método de ensino foi preservado pelos instrutores, como Vera Kostrovitskaya. Vera preservou os ensinos de Agripina Vaganova e os publicou de forma detalhada no livro “100 lessons in classical ballet”. Esse método é ensinado de forma massiva na Rússia e se popularizou, sendo amplamente adotado na Europa, América do Norte e outras regiões. Bailarinos formados pelo método Vaganova incluem: Anna Pavlova, George Balanchine, Mikhail Baryshnikov, Marina Semyonova, Rudolf Nureyev, Galina Ulanova, Nathalya Makarova e Irina Kolpakova. Seu livro As Bases da Dança Clássica, publicado em 1934, tornou-se literatura obrigatória para todos aqueles que no mundo inteiro se dedicam à dança, venham ou não a ser bailarinos. Hoje o método Vaganova é o método mais amplamente utilizado para o ensino do Ballet na Rússia, sendo usado também na Europa e na América do Norte. Em sua homenagem, a escola de ballet de São Petersburgo foi renomeada para Academia Vaganova em 1957.

  • Curso Para Professores

     

     

    O intuito do Curso Para Professores é trazer conhecimento e prática sobre o trabalho com os elementos básicos e apresentar os passos como elementos didáticos.

     

    É designado para a sistematização do ensino de formação do ballet clássico e focado para o esclarecimento das séries e seus objetivos.

     

    Ele oferece uma apostila com a história, exemplificações e metodologia, com os elementos de cada série para serem introduzidos nos passos da barra, centro, allegro e pontas.

     

    Um curso livre de aperfeiçoamento teórico com demonstrações práticas, divido em três módulos, com certificado.

     

    Módulo Básico - 1ª Série à 3ª Série

     

    Módulo Intermediário - 4ª Série à 6ª Série

     

    Módulo Avançado - 7ª Série e 9ª Série

     

     

  • Consultoria Pedagógica

     

     

     

    O serviço de consultoria pedagógica é oferecido com a implantação da metodologia do Conteúdo Programático de Ballet Clássico Baseado na Técnica Russa.
     
    Consultor especializado irá até sua escola e traçará um plano de aulas programadas para que possa ser determinado o que precisa ser cumprido ao término de cada semestre.
     
    Avaliação anual faz parte desse programa.
     
     

  • Próximos Eventos

    Curso Para Professores - São Paulo


    Módulo Básico: 1ª à 3ª Série

    Dia: 26 e 27 de agosto de 2017


    Módulo Intermediário: 4ª à 6ª Série

    Dia: 21 e 22 de outubro de 2017


    Módulo Avançado: 7ª à 9ª Série

    Dias: 16 e 17 de dezembro de 2017


    Horário: das 9:00 às 12:30 – das 14:00 às 17:30 (sábado)

    Horário: das 9:00 às 12:30 (domingo)


    Local: Rua Dr. Teodoro Quartim Barbosa, 367 – Vila São Francisco – São Paulo

     

  • Valores e Inscrição

    Solicite a Ficha De Inscrição para participar do Curso Para Professores

  • Quem Somos

    Fellipe Camarotto

    Criador e Consultor Pedagógico

    Brasileiro, nascido em Osasco - São Paulo, começou seus estudos de ballet com Clayds Zwing aos 8 anos, tornando-se em seguida aluno de Sasha Svetloff. Em 2005 ingressou na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil em Joinville, Santa Catarina, onde formou-se em 2007 na turma de Dmitry Afanasiev.

    Vladimir Vassiliev coreografou balllets para a Escola do Teatro Bolshoi onde Camarotto sobressaiu-se: Don Quixote (Basílio), O Quebra Nozes (Dança Espanhola) e Giselle (Albretch e Hilarion). E também Poeta em Les Sylphides remontado e dirigido por Galina Kravchenko. Durante seus estudos ele trabalhou com Victor Barykin, Boris Akimov, Nina Speranskaya, Galina Koslova, Ludmila Sinelnikova, Sérgio Lobato e Henrique Talmah.

    Depois de formar-se na Escola Bolshoi, Camarotto começou a trabalhar na Cia Jovem da Escola Bolshoi. Seu repertório de Grand Pas de Deux inclue: O Corsário, Escrava e Mercador, La Shylphide, Don Quixote, O Quebra Nozes, Giselle, La Bayadere, Esmeralda e Raymonda. Dançou ainda como convidado nos papéis principais dos ballets Coppélia e O Lago dos Cisnes.

    Foi duas vezes estagiar em Moscou com a Companhia Russa do Ballet Bolshoi. A primeira vez em 2006 a Escola Bolshoi dançou O Quebra Nozes no Teatro Bolshoi de Moscou e no Teatro Natalia Sats. A segunda vez, em 2009, ele foi fazer aulas com a Companhia, assistiu ballets e fez parte do ballet Don Quixote no Teatro do Kremlin. Dançou profissionalmente no Uruguai, Itália, Budapeste, Rússia, Canadá, Estados Unidos e em todo Brasil.

    Participou de um estágio com a companhia La La La Human Steps e da temporada do Ballet O Quebra-nozes com a companhia Les Grands Ballets Canadiens de Montreal e Victoria Ballet Academy em Toronto, ambas no Canadá. Trabalhou com Natalia Osipova e Ivan Vassiliev no ballet Giselle como Hilarion. Também com Anton Korsakov, solista do Teatro Mariinsky, no Ballet O Quebra Nozes.

    Ganhou prêmios em festivais no Brasil. Foi consagrado com a 3ª colocação no Hungarian International Ballet Competition, em Budapeste. Ganhou 1º lugar no Festival Internacional de Goiânia. Foi selecionado para a Competição internacional de Varna. Participou do USA Internacional Ballet Competition, em Mississipi, nos Estados Unidos, como partner não competidor.

    Integrou a São Paulo Companhia de Dança, dançando em apresentações com remontagens de grandes coreógrafos como George Balanchine, Jiri Kylian, Nacho Duato, Marco Goecke, Giovanni di Palma, Mario Galizzi, Eric Gauthier, Rodrigo Pederneiras e Jomar Mesquita. Na temporada do Ballet Mariinsky pelo Brasil, Camarotto teve o privilégio de trabalhar como figurante nos espetáculos em São Paulo do Ballet O Corsário.

    Camarotto tem se empenhado em oferecer sua experiência e seriedade artística com seu trabalho como maestro de ballet em diversas academias de dança que focam o aprimoramento técnico e a formação do bailarino, utilizando a metodologia Vaganova, ensaiando coreografias clássicas e contemporâneas e de repertório clássico desde 2011. Professor e ensaiador de obras ganhadoras do Festival de Dança de Joinville e outros festivais na Especial Academia de Ballet juntamente com Guivalde de Almeida, Ana Maria Campos e Paula Penachio. Estagiou como professor na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. Foi professor convidado da Anacã Cia de Dança.

    Criador do Conteúdo Programático de Ballet Baseado na Técnica Russa e também consultor pedagógico do mesmo, oferece workshops para alunos de diferentes níveis e cursos para professores para utilização da técnica russa em vários estados brasileiros. Entre os cursos que ofereceu para professores destacam-se o Fórum de Ballet e Dança da Especial Academia de Ballet, Pantanal em Dança, 1º Seminário Pedagógico de Baby Class e Ballet Infantil, Seminário de Dança Arte Minas e 4º Curso Intensivo de Capacitação Para Professores e Bailarinos em Alta Competição – Organização Danzamérica, Argentina.

    Membro do Conselho Internacional de Dança CID.

     

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